quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

1° Encontro CEPRE–Clube Recreativo de Pescaria, Recreação e Entretenimento

Evento CEPREO nome, CEPRE, era uma brincadeira. Foi feito na primeira pescaria da turma principal, em que teve até caderno de música, que o Paulo e o Zema (mais o Mário) bolaram. A imagem do encontro, outra brincadeira, para acompanhar o nome.

O que foi real, entretanto, foi a verdadeira confraternização de amigos, (muitos) após 17 anos sem notícias uns dos outros.

Trabalhámos juntos, e esse tipo de relação sempre dá margem a pequenos desentendimentos. Que desapareciam magicamente nos momentos de pescaria. E que não estiveram presentes na nossa confraternização.

Anos idos, as cãs já estabelecidas, exceto em alguns que fugiram (Minori, desconfiamos que seja tintura; Mário, divorciou-se das vasta cabeleira). Mas todos invariavelmente com o mesmo entusiasmo.

Quando íamos pescar, as tarefas estavam bem divididas. Eu dirigia e pescava. E obrigava os outros a se rodiziarem, para ver quem ficava comigo na beira do rio (os perdedores do sorteio). O Mário, cozinhava, quando deixávamos. O Edson coordenava, comia, e era nosso cicerone. O Paulo, cantava… e assim vai.

O que a confraternização deixou claro é que a camaradagem que existia ainda está viva. E foi com real emoção que nos reencontramos, buscando nas feições já trabalhadas pelos tempos nossos rostos conhecidos.

Alguns não puderam ir (viagens, compromissos anteriormente assumidos). Um não quis ir. Os demais, todos estavam presentes. Vieram de Brasília, ou do estado do Pará, ou de perto mesmo, mas vieram. Tiramos fotos, contamos piadas, relembramos “causos”, inventamos fatos (afinal, encontro de pescadores é para quê?).

Saí do encontro revigorado e rejuvenescido. E com uma certeza: a amizade é mais bonita que flores, pois nem precisa de água. Basta um Black Label e uma Skol de vez em quando, para que ela se mantenha firme e forte.

Aos amigos, vida longa e próspera (não resisto…).

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