segunda-feira, 13 de julho de 2009

Pela culatra – aviões II

Na sala de espera do aeroporto, o funcionário da companhia aérea chama várias vezes o cidadão, que não aparece.

Depois de várias tentativas, pede para retirar a bagagem do dito cujo, já que ele não respondia às chamadas.

Tudo pronto, ele aparece. Com argumentos mirabolantes, com ameaças várias, com tentativas de “furar o bloqueio” e ir correndo para o avião, que já estava de portas fechadas.

Por fim, o avião reabriu as portas e o cidadão embarcou. Estressou comissários e os passageiros, ameaçou usar a força, não explicou convincentemente o que o atrasara. E, imagino eu, vai sair criticando a companhia aérea pelo ocorrido.

Pergunto: onde está a responsabilidade dessa pessoa? Onde está a consideração com os outros passageiros? Qualquer que sejam seus problemas, pessoais ou com a companhia aérea, pessoas que nada tinham com o assunto se viram envolvidas caso.

É o triste caso do “farinha pouca, meu pirão primeiro”. No caso, depois que eu resolver meus problemas, o mundo pode voltar a girar…

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