segunda-feira, 23 de março de 2009

A Lei de Ricúpero e a plástica – Gisele para Presidente

Fonte: http://www.sxc.hu O escorregão do então ministro Rubens Ricúpero ao Carlos Tramontina, na Globo, o permitiu expressar, em palavras audíveis, a hipocrisia oficial: “o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”.

E, assim, por essas e outras, é que florescem boatos como os da Área 51 (esta nos Estados Unidos: é um local subterrâneo onde estariam provas da existência de ETs).

No Brasil o escárnio é pior. Não se acredita em políticos. Parafraseando Boris Casoy, deve ser um problema deles. Ou nosso. Quando um diz algo, é automaticamente desconsiderado. Se sem um ministro dizer que não haverá sequestro de poupança, tire seu dinheiro do banco. Se outro vem dizer que o PIB subirá, espera a crise. Se um político disser que vai chegar uma marolinha, espere o tsunami.

O cúmulo do escárnio, no país das saúvas, é a recente plástica de nossa ministra-candidata. Como naqueles casos em que esperamos visitas e corremos para arrumar a casa. Mas, no caso da ministra, houve uma total reforma. Ou seja, no país que elegeu o caçador de marajá, que mataria o tigre da inflação com um tiro só, parece que o botox é que resolverá essa contenda que é a eleição.

Contenda que já teve filha ilegítima exposta publicamente, e manipulação clara de imagens de um famoso debate. E que, anos mais tarde, permitiu ao Brasil ver os dois então contendores como dois grandes aliados. Deve ser um novo tipo de botox, um ideológico, no mínimo. Mas parece mesmo que é um fisiológico, no pior sentido da palavra.

Então, lanço aqui uma proposta: se beleza é o que interessa, lancem como candidata a Gisele. É vitória na certa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário