sábado, 29 de novembro de 2008

Estudo sobre acidentes de motos

Na Folha On Line, em 29/11, uma matéria sobre acidentes com motos. Feito pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, indica que há 25 acidentes com motos pode dia na cidade de São Paulo, no Fórum Desafio em Duas Rodas - Convivência entre Automóveis e Motos nas Grandes Cidades.

Segundo esse estudo, as causas dos acidentes são:

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Mais:

Sobre a região do corpo agerada:

  • 95% dos acidentados têm o cérebro atingido;
  • 73% têm os membros atingidos.

Hospitais:

  • 65% das Unidades de Tratamento Intensivo são ocupadas por acidentadas no trânsito;
  • 73% daqueles acidentados envolvem motociclistas.

Tipo de motociclista, para cada cinco mortes:

  • quatro envolvem motociclistas usam a moto para ir ao trabalho ou se divertir;
  • uma envolve motoboy.

Já relatei por este blog acidentes que presenciei. E já expus minha posição. Entre carros parados, as motos  trafegam em altas velocidades. Se há um movimento de um carro que afete uma moto, esta tem um tempo curtíssimo para reagir. E oss movimentros dos carros são inevitáveis.

Sobre esses movimentos, ainda, há a reação, sempre violentas, dos motociclistas que se sentem afetados. Mas eles surgemdo nada, muitas vezes de outras faixas de direção, e não dão muito tempo para vê-los, que dirá evitar as manobras.

Já presenciei, inclusive, acidentes entre motos. Uma atrapalhando a outra, da mesma forma que reclamam que fazem os carros. A imprevisibilidade dos movimentos acaba potencializando a quantidade de acidentes ocorridos. E já vi, também, motos fora da “faixa de rolagem” das motos, aguardando uma brecha para entrar. É tão sensível essa relação que mesmo entre eles há problemas.

Os dados sobre hospitais são preocupantes. Quer dizer que o dinheiro dos hospitais, já tão escasso, destina-se a vítimas de acidentes evitáveis. E, se evitáveis, o dinheiro é desperdiçado, além das conseqüências pessoais aos motociclistas.

Relembro que houve um item da lei barrado por Fernando Henrique Cardoso, justamente a que disciplinava a forma de condução das motos entre os carros. A alegação era a de que perderiam as motos a agilidade que se espera. Agilidade e acidentes/mortes, eis a decisão tomada. Já sabemos quem domina essa relação.

2 comentários:

  1. Renato,
    Hoje estava dirigindo em uma estrada estreitra que leva a Buzios. Um carro na minha frente parou em fila dupla e tive que desciar avançando um pouco na pista da esquerda. Nem bem estava ultrapassando o carro e levei uma buzinada no ouvido de uma moto reclamando pela minha manobra.
    Deixei a moto passar e verifiquei: a moto conduzia dua pessoas, as duas estavam sem capacete e as duas estavam de chinelo de dedo. Me ultrapssaram em verlocidade superior a permitida e ainda reclamam .... ??????? Se esquecem que seu para chopques é o nariz.
    Há um mes atrás ouvi o caso de um motoqueiro que foi atropelado, pwerdeu uma perna e seu caroneiro perdeu a vida, Estavam voltando de uma noitada e com faróis apagados. Detalhe o motoqueiro (e não motociclista) não tinha habilitação.
    dig

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  2. eu ta andando de moto quando um loko de carro me atingiu ai ele de fez parar e prestar ajuda fugiu que nem um comdenado sem parar para olhor como eu estava

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