quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Cultura quase inútil

Na Revista Veja desta semana, um suplemento interessantíssimo de Tecnologia. Veja abaixo a progressão, por exemplo, da escala dos Bytes:

BYTE

1

KILOBYTE

1 000

MEGABYTE

1 000 000

GIGABYTE

1 000 000 000

TERABYTE

1 000 000 000000

PETABYTE

1 000 000 000 000 000

EXABYTE

1 000 000 000 000 000 000

ZETTABYTE

1 000 000 000 000 000 000 000

YOTTABYTE

1 000 000 000 000 000 000 000 000


Que me fez lembrar a história do gugol (googol, em inglês). Que é o número 1 seguido de 100 zeros, e representa, para uns, o maior número que pode ser imaginado. Neste artigo há uma interessante progressão dos conceitos gugol-relacionados.

O fato é que a Veja aparece quase que concomitantemente ao meu comentário sobre Toffler, e compilando informações e matérias que, sem "provocação" (a pergunta" do repórter) não existiriam no mundo virtual. O mundo das informações depositadas é muito poderoso, mas ainda há muito por fazer. Para ficar na definição mais clássica da área de informática, há muitos dados ainda por serem transformados em informação. Que tipo de informação? A necessidade é que vai definir.

Já se disse que inteligência não é a capacidade de realizar operações matemáticas, mas a habilidade em estabelecer relacionamentos entre conceitos e coisas. O mundo virtual dá a base para que isso aconteça, e a curiosidade e verve dos atores cibernéticos (demodé, né?) fazem o espetáculo.

Já defendi que estamos em ponto de mudar a época em que nos situamos: de idade Contemporânea, estamos mais para Idade da Informação.

É o Iluminismo do Iluminismo!

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