quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Amaldiçoado seja...

Que as pulgas de mil camelos infestem seu sovaco...


Não é o caso. Mas bem que poderia. Saí do estacionamento do aeroporto sem saber. Quando parei para abastecer, vi a porta de trás (lado do passageiro) toda riscada. Caprichadamente riscada. Parecia a obra de um bicho geográfico, aquela lembrança de cachorros na praia.

Não bastassem os arranhões de pára-choques e portas, havia aquilo ali. Que parecia ser feito à chave, mas poderia ser qualquer outra coisa. Que, pelas idas e vindas, não pode ter sido sem querer. Alguém fez deliberadamente. Aí é que me veio a maldição árabe aí de cima.

Mas espero, de verdade, que a pessoa melhore de emprego. Que resolva seus problemas emotivos. Que supere as dificuldades. Que cresça. Aí, sim, se essa imotivada e gratuita necessidade de agressão continuar, que sejam as pulgas de um milhão de camelos. Por merecimento!

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