sexta-feira, 11 de julho de 2008

Mamonas Assassinas

Primeiro, com este meu jeito politicamente correto de ser, não gostei da banda. Até que a Barbara Gancia publicou na sua coluna na Folha de São Paulo um testemunho da atenção que Dinho & Cia tinha com as crianças, num episódio num aeroporto.

A partir daí, passei a prestar atenção ao grupo. E passei a gostar. Tristemente, partiram, num acidente que, estúpido como são todos, deixou órfãos todos aqueles que gostavam daquela alegria gratuita.

Contei aqui a reação de minha filha. Mesmo a minha foi de incredulidade, querendo não acreditar. Mas a vida não dá tréguas, a vida prossegue. E os Mamonas pereceram.

Valéria, namorada do Dinho, ao contrário de outras namoradas de celebridades, recusou o cargo. Não faturou sobre a morte do seu namorado, O que me faz admirá-la.

Tudo nesse grupo, tão contrário aos meus padrões, me levou a adimirá-los e a lamentar sua morte precoce. Mas, pelas reportagens e pela vida, valeu a pena terem existido.



Hoje a Globo, no momento da publicação deste post, está apresentando esta história. Daí meu revival. Infelizmente, tal qual Ricthie Valens, uma bela carreira se encerra um pouco antes do auge.

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