quarta-feira, 25 de junho de 2008

Eye of the tiger

Quem se lembra dos filmes de Rocky Balboa? No de número 3, Rocky perde a confiança. Perde a firmeza do olhar, perde a confiança em si mesmo. E perde uma importante luta. Para, em seguida, recuperar a confiança, o olho do tigre, e vencer seu adversário.

Clichê? Talvez, reconheço. Mas funciona. O caso é que precisamos entrar em campo acreditando na vitória. Precisamos acreditar que podemos vencer. Em alguns casos, precisamos acreditar mesmo que nossa única opção é vencer.

A possibilidade da derrota nos inibe. A possibilidade da vitória nos motiva. Se a derrota é inevitável, o esforço não bastará nunca. Se a vitória é necessária, não há limite para o esforço.

Mas a derrota faz parte de nosso caminho. Aceitá-la, aprender com ela, e partir para a próxima batalha com a vitória na mente, isto diferencia o leão do chacal. Pois o chacal se submete, o leão não.

Neste exato momento, feridas lambidas, brio retomado, digo: é hora da próxima. Que venha a próxima luta, o próximo problema, o próximo dilema. Que venha!

Sem medo de ser feliz, enfrentamos a possibilidade de não sê-lo. Mas escolho: não serei. Nem infeliz, nem refém da infelicidade.

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