terça-feira, 18 de setembro de 2007

Tem de participar

A caminho de um compromisso, uma mensagem no celular. Minha filha, dizendo que estava passando mal, se eu poderia ir buscá-la.

Claro, o mundo pára, o sol congela, o oceano evapora. Fui buscá-la. Passou mal no carro, vim para casa. Deitou-se, passou mal na cama.

Hospital.

Sem outros sintomas, a não ser uma dor de cabeça. Passamos por um exame, uma aplicação de soro. Surpreendentemente, o soro não a assustou.

De volta para casa, medicada, dormiu. Aquele sono reparador, ajudando o remédio a fazer efeito.

Acordou com fome. Concedi, e ela comeu uma panqueca. Mas como jantar fiz uma canja de galinha. Que, cá entre nós, estava deliciosa (convencimento!!!).

Acho que passou. Acho que ela melhorou.

Não gostaria que ela se sentisse dessa forma. Vou pôr uma placa: proibido vírus, bactérias e outros males. Algo me diz que não terá efeito...

De minha memória, pesco um dia em que, pequeno, bem pequeno, passei mal assim. Minha mãe se desvelou em cuidados, numa noite longa e intensa. Pois bem, a presença dela ali foi confortante, e a própria lembrança também o é.

Espero que seja este o resultado de um dia como hoje. Uma memória boa, de uma situação ruim...

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