segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Ausente?

Compromissos profissionais me afastaram deste espaço nos últimos dias. Mas vou voltar (não, não é uma ameaça).

Continuo de olho nas mazelas do Brasil.
  1. Renan está na net. Ou melhor, está mais enredado que nunca. Parece que o Brasil brinca de não saber as coisas.
  2. Cansei do Cansei. Aliás, da polêmica do Cansei. Empresários não podem se revoltar, não podem se manifestar? Patrulhamento ideológico, lembro bem, a Graúna do Henfil combatia. Credo...
  3. Cada vez mais com medo de andar de avião.
  4. Mais acidentes nas estradas com caminhões...
  5. Autoritarismo democrático? Democracia autoritária? na falta de coordenação e articulação, setores do governo querem, por decreto, que suas definições prevaleçam. Estou falando das várias entidades que interagem (ou não, diria Caetano) com a aviação civil no Brasil. Vão matar a vaca para que morra o carrapato. O partido mais oprimido parece que será o maior opressor.
  6. CPMF: cansei!
  7. Trem da alegria no funcionalismo: casuísmo puro, a regra nem deveria ser discutida. As ações decorrentes da falta de vergonha (aí, Casoy) deveriam ser eliminadas, não eternizadas. Muita saúva (políticos) e pouca saúde (além de outras coisas) os males do Brasil são.
  8. Para não dizer que não falei da Globo... Depois da sensação inicial, acho que o Pânico na TV está cansativo. Mas o Emílio tem uma inteligência fora do normal, logo vai se reinventar. mas o caso é o seguinte: essa polêmica da dança do siri tem mais graça que as sandálias da humildade. Qual o problema do Galvão dançar? Serginho Groisman cortou um "fala garoto" pedindo que o Galvão dançasse. A produção de reportagens já retirou à força pessoas dançando atrás das câmeras. É um desrespeito, principalmente às pessoas, mas também aos profissionais da Globo. Quem nunca falou um dos bordões do Jô Soares, do Chico Anísio, até do Caco marido da Magda (cala a boca, Magda)? A TV cria modismos, e se só a Globo pode criá-los, estamos em Cuba na tv brasileira. Por isto: dança, Galvão.
Estou atrasado para o próximo atraso. Volto amanhã, ou a qualquer tempo, em edição extraordinária (não, nem desta vez é uma ameaça).

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