sexta-feira, 20 de abril de 2007

Volta do RS

Todos me perguntam: como foi a viagem?

Foi assim:

Cheguei com antecedência ao aeroporto, o check-in foi tranqüilíssimo.
Tomei um café, li uma revista, tudo estava calmo. À medida em que o saguão foi lotando, movimentação aumentando, fui para a sala de embarque e lá fiquei, pensando em como estavam calmas as coisas.

Embarcamos na hora marcada. Mas ficamos um longo tempo esperando... esperando...
Longo tempo, aqui, é quinze minutos. É muito, para quem está vendo que a fila já acabou há tempos, e que não há mais movimentação nenhuma externa.
Já estava concordando com as reclamações de falta de informações, quando o comandante nos informou que o avião teria de esperar um pouco por causa de Curitiba (o Cindacta, maldicto), e o tráfego aéreo em São Paulo (não bastavam as marginais...). Espera de 40 minutos, adiantou.

Bem, foi uma má notícia, mas bastou para relaxar. Passageiros se levantaram, foi servida água, as conversas começaram. Até a partida.

No prazo dado, iniciamos os procedimentos. Já ao lado da pista, uma outra grande demora. E não fomos informados do motivo. Mas, pela janela, eu vi. Era um jatinho pequeno, que levantou vôo com apenas duas pessoas, e que, sabe lá o motivo, tinha preferência sobre um avião comercial, atrasado, lotado de passageiros.

Logo que ele subiu, subimos nós (era ele mesmo que estávamos esperando. Talvez o transponder dele estivesse desligado, e o atraso foi uma medida de segurança, vai saber).

Ponto bom da viagem: ver Florianópolis. Linda.

Chegando em SP, sobrevoamos Santos, depois sobrevoamos Santos, e depois sobrevoamos novamente Santos. Alguém devia estar procurando alguma coisa, pois sobrevoamos ainda novamente.
Depois de achada a tal coisa, ainda sobrevoamos São Paulo pelo menos uma vez, antes da aterrisagem. Foi bom para ver como estava o trânsito.

A aterrisagem, ah, a aterrisagem. Tenho um amigo que diz que implico com a Gol. Mas foi quase de nariz ao solo. O tranco que tão forte que alguém gritou para voltarmos para pegar o trem de pouso... O barulho já foi de matar, piloto da Gol parece que não tem essa aula. Pelo menos, é muito diferente da TAM, de longe a aterrisagem mais tranqüila.

Ah, tinha o problema de Curitiba, uma greve da PF e ainda o movimento aéreo de SP. Não está fácil. É melhor ir de ônibus. Isso se não pegarmos nenhum bando botando fogo em ônibus nas estradas.

Na viagem, Maxi Chocolate em da Maxi Goiabinha ( deve ser por causa do Tutty Vasques).

Enfim, uma boa viagem...

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