domingo, 25 de março de 2007

Domingo

A ação da polícia civil
Antes de mais nada, que bom é ver a polícia numa ação tão positiva. Em pouco tempo, sucesso amplo, e, mais importante, a ostensiva demonstração de força. Um recado claro aos bandidos, o de que a polícia trabalha.

Por outro lado, por que só agora? O que acontece que, nos demais dias, a coisa não funciona assim?
Claro, se foi possível agora, deve ser possível sempre. Onde está estocada essa força toda?
Espero que a coisa continue assim.


A resposta de Pedro Simon
Pedro Simon é um ícone da democracia. À chorumela de Collor, se fazendo de injustiçado, respondeu, na tribuna do senado, dizendo que o problema foi a corrupção.
Isto é democracia. Um, na tribuna, reclamou da vida. O outro, da mesma tribuna, colocou o dedo na ferida.
O povo de Alagoas escolheu Collor, quer gostemos ou não. Ao povo de Alagoas, nosso respeito. A Collor, só temos de agradecer a Pedro Simon, por ser o porta-voz, polido e elegante, de nossa indignação.

Aeroportos
As notícias da Veja desta semana são preocupantes. Controladores de vôo estariam planejando dificuldades para o Pan.
Concordo com grande parte das afirmações dos controladores. O equipamento deve mesmo estar defasado. As condições devem mesmo ser péssimas. As relações de trabalho devem ser as piores possíveis. O recado já está dado. Agora, o que o povo que viaja ter a ver com isto? Está beirando o banditismo essa opressão. A ditadura técnica imposta por essa categoria (em sendo verdade as percepções) é inaceitável.
Falta um pouco de planejamento e criatividade. Com tanta técnica como novidade no mercado de spy, o que eles precisam fazer é mostrar os problemas. Mostrar, comprovar, denunciar com base em evidências. Fazer aliados, em vez de enfrentar o mundo. Toda simpatia que eu podia ter em relação aos problemas se esvai frente a essa força desnecessária.

Romário
O jogador Romário impôs a si mesmo uma meta: fazer mil gols na carreira. Acho exemplar que ele, impermeável às críticas, busque atingir essa meta. Enquanto a meta de Pelé foi parar no auge, vemos tantos que param por falta de oportunidades, falta de motivação, etc, etc. Romário tem uma motivação forte: um objetivo, uma meta. É um exemplo, repito.
Ademais, a aparição desapaixonada em termos de promoção pessoal, mas apaixonada pela causa em favor dos portadores da Síndrome de Down, o coloca no patamar daquelas pessoas que fazem as coisas porque nelas acredita. O "baixinho" vai encerrar a carreira de maneira honrosa. Excelente desportista, excelente exemplo.

Roger Waters
Saudade é bom, né? Fãs do Pink Floyd agradecem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário