sábado, 31 de março de 2007

Challenger

Impressionante!



Imagens de quando a Challenger explodiu.

Eu estava vendo a CNN, e, apesar de estar vendo a cena, parte do meu cérebro queria deixar de acreditar. Longos segundos se passaram até que eu conseguisse falar alguma coisa. Justo eu, que brigo com o Galvão Bueno on-line, durante trasmissões.

Eu estava interessado na história daquela professora, Christa MacAulife, que integrava a tripulação,e acompanhava atentamente o lançamento. Aí, a explosão, pedaços pelo céu, etc.

Uma arruela de borracha, no frio daquele dia, causou a tragédia. Mas volto a insistir: por mais que seja apaixonante ver esse tipo de ação do ser humano, várias ações por tomar aqui na terra poderiam se aproximar com o dinheiro dessas missões.
Talvez seja um ranço retrógrado meu. Ou talvez seja a percepção de que pagamos, nós brasileiros, o passeio mais caro da história até hoje (10 milhões de dólares, fora gastos adicionais). Refiro-me ao astronauta brasileiro, que hoje dá palestras para aproveitar a fama.

Num e noutro casos: há resultado prático? As viagens ajudam a matar a fome, combater as desigualdades, diminuir a quantidade de miseráveis?

Já não posso questionar os americanos. Mas e o Brasil, nisto? Estradas esburacadas, pacientes morrendo em filas de hospitais, aeroportos em caos... Dez milhões ajudariam?

Aparentemente, a pergunta é inócua e a questão, irrelevante.

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